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domingo, 16 de julho de 2017

Especial Diary: Analise de Chrono Trigger

Desde os tempos que eu lia a revista Nintendo World quando era criança que eu ouvia falar de Chrono Trigger, sempre todos que falavam dele diziam que era o melhor RPG da história, ou pelo menos um deles, bom, eu finalmente, após tanto tempo, completei o jogo, e posso dizer com certeza, que realmente é um dos melhores RPGs já feitos, mas, o que fez dele tão bom? Qual é essa magia que faz todos falarem tão bem dele? Depois de analisar o jogo, eu acho que tenho a resposta, então, subam abordo da Epoch, e viagem no tempo comigo para revisitar esse clássico nesse episodio de Especial Diary.


Primeiro, vamos começar introduzindo o jogo, Chrono Trigger é um RPG criado pela SquareSoft e lançado em 1995 para o SNES, e anos depois para o PS1 e DS, ele conta a história de um garoto chamado Crono, que vive no ano 1000 A.D., o jogo começa no dia em que a feira milenial está acontecendo, então Crono vai para a feira se divertir, e logo de cara, Chrono Trigger se destaca de muitos RPGs, pois, ele começa com você indo se divertir numa feira, não temos um mundo para salvar ou a destruição iminente sobre nossas cabeças, você simplesmente está numa feira para se divertir, logo após você chegar na feira, você encontra uma garota chamada Marle, em que você esbarra e derruba o seu pingente, você devolve para ela e ela pede para se juntar a você, Crono sendo o cara legal que ele é à acompanha pela feira, após você decidir que cansou de brincar, você vai até a demonstração da invenção da sua amiga de infância Lucca, que é uma inventora, dessa vez ela inventou um teleporte, e pede para você testa-lo, você aceita e o experimento é um sucesso, Marle, achando divertido, quer testar também, mas algo da errado e ela é sugada por um portal, Crono imediatamente se voluntaria para salva-la, e sua amiga Lucca vai junto, logo vocês chegam em uma floresta cheia de monstros, e assim que você sai dela, descobre que vocês foram para 400 anos no passado, e assim o jogo começa, não mostrando um mundo ou personagens que você não conhece ou se importa em perigo, mas com uma simples feira, um simples encontro com uma nova amiga, e então a aventura começa.


Mas, não é somente em uma nota alegre que o jogo começa, mas com muito mais, na feira e na região ao redor, você pode livremente ir para onde quiser, você pode visitar as casas na vila para conhecer mais sobre o mundo e a história, pode ir para a casa do prefeito e conseguir alguns itens e tutoriais informativos sobre o jogo, na feira em si, temos mais alguns pequenos detalhes legais, como o robô Gato, que serve como uma forma de você ganhar pontos, vencendo ele numa luta, assim, você aprender o sistema de combate em um ambiente agradável e calmo, sem se preocupar em perder ou algo assim, além de também estar ganhando algo por isso, outro detalhe legal é o personagem Melchior, que é um vendedor nessa feira, após você conversar com ele, ele dirá onde mora, o que vai ser importante mais tarde, e tudo isso é opcional, se quiser você pode simplesmente enrolar um pouco e já ir testar o experimento, tantos detalhes e conversas só apareceram se você quiser ou tiver curiosidade, e não jogado na sua cara através de montes de diálogos, e isso é algo que continua pelo jogo todo, todos esses detalhes legais e informações sobre os personagens e o mundo são opcionais, eles estão la caso você queira eles.


Agora vamos falar sobre o sistema de combate dele, O sistema de batalha em si do jogo é bem simples, só existe 3 comandos, atacar, que é um simples golpe físico, Tech, que são as magias e golpes especiais dos personagens, e itens, o sistema de combate é simples, mas ainda cheio de complexidade, mas por enquanto vamos falar dos encontros do jogo, quando você pensa nas batalhas de um RPG antigo, você pensa em turnos, encontros aleatórios e os seus personagens enfileirados certo? Chrono Trigger não tem metade disso, os encontros nesse jogo não são aleatórios, em vez disso, os monstros ficam a vista no mapa, alguns você pode ignorar e passar reto, outros te atacam quando você passa na área deles, e outros também bloqueiam o seu caminho enquanto se mexem, fazendo você ter um desafio caso queira passar sem ter que lutar, quando você encosta em um inimigo, a tela não muda e você está em uma arena, mas os personagens se arrumam onde estão mesmo e vocês lutam no mesmo lugar, sem mudar a tela, tudo isso, são ótimas decisões de design que deviam ser seguidas por mais RPGs, primeiro, na minha opinião, encontros aleatórios são um erro, eles são frustantes e irritantes, e na maior parte, não são nem um desafio; em dungeons (calabouços) e lugares assim, você quer explorar as salas, os caminhos múltiplos e pegar tesouros alem de avançar, e claro progredir no jogo, com os encontros aleatórios, você é desencorajado a explorar, porque a cada cinco passos, você vai ser levado a uma arena em outra tela, ficar alguns minutos matando bichos, para depois voltar a explorar, para ficar mais alguns segundos até acontecer de novo, em Chrono Trigger, os desenvolvedores percebem isso e se livram deles, não só dos encontros aleatórios, mas também da transição de tela para uma outra arena, fazendo isso, você não se perde do que está fazendo, mantendo o fluxo do jogo sem interrupções, nem te fazendo perder o senso de direção por causa da mudança de arena, algo que também melhora os encontros é o dinamismo deles, em RPGs normais, muitas vezes você se enjoa das batalhas pela falta de estratégia requerida nelas, em Chrono Trigger, os inimigos não ficam simplesmente parados numa fila, eles se mexem pelo campo, e isso é aplicado nos golpes, certos golpes especias, ou Techs, acertam diferentes áreas, como por exemplo o Ciclone de Crono, em que você acerta na área ao redor de um inimigo, ou o Slash também de Crono, que acerta os inimigos em uma linha reta, como os inimigos estão sempre se movimentando, você tem que esperar a hora certa de atacar para acertar vários inimigos, isto ja é algo que te prende mais, e te faz prestar atenção em cada encontro no jogo; outra parte do sistema de combate são as Double e Triple Techs, onde os seus personagens combinam as habilidades para criar uma mais forte, como o X-Strike de Frog e Crono, onde os dois cortam o inimigos juntos, fazendo um X, ou Antipode de Marle e Lucca, onde elas usam fogo e gelo juntos para fazer uma magia mais forte. Outro elemento presente em quase todos os RPGs antigos, é o grind, nem que seja só um pouco, quase todos tem, Chrono Trigger no entanto, não tem, em nenhum momento do jogo você necessita fazer grind, contanto que não fuja de todas as lutas, os inimigos que você encontra pelo seu caminho são suficiente para você sempre continuar o jogo, se morrer para algum boss, tenta novamente, agora que você conhece as suas estratégias, tente de novo sabendo o que ele ira fazer, e com certeza ganhará.


Vamos pausar um pouco de falar de mecânicas e falaremos da sua história, Chrono Trigger, tem uma história simples, mesmo sendo sobre viagem no tempo, o foco principal do jogo, é viajar no tempo com o único intuito de derrotar Lavos e impedir o fim do mundo, claro que muitas coisas acontecem no meio da história, mas a premissa principal é essa, essa provavelmente é uma das melhores histórias envolvendo viagem no tempo, mesmo sendo simples, você começa no ano 1000 A.D., como eu já tinha dito brevemente Goku, o personagem principal, vai até a feira milenar ver a invenção de sua amiga de infância Bulma, mas acaba esbarrando com Chi-chi no meio do caminho... Não pera, algo de errado não está certo... na verdade Arale-chan é o personagem principal que vai ver o seu amigo Goku na feira... eu acho que me confundi um pouco... isso porque, Akira Toriyama é quem fez os designs dos personagens nesse jogo, ele também já tinha feito os designs dos personagens da série Dragon Quest, então não é tão estranho o envolvimento dele aqui. Bom, a história certa é aquela que eu tinha falado no começo, após Crono e Lucca viajarem para o passado resgatar Marle, eles descobrem que estão no ano 600 A.D. após chegarem no castelo, descobrem que Marle foi confundida pela rainha desaparecida do reino, então Marle revela a Crono que ela é a princesa Nadia, do reino do presente, mas logo após isso ela desaparece em um brilho, Lucca presume que isso ocorreu porque, como o reino achou que tinham achado a rainha, eles pararam de procurar por ela, e então ela ficou sequestrada, não teve filhos e Marle nunca nasceu, Crono então decide ir buscar a rainha verdadeira para consertar tudo, eles invadem uma falsa catedral, começam a avançar nela, e então encontram Frog, mais um personagem que você controla, ele é um sapo humanoide falante, que fala da maneira mais medieval respeitosa possível, com vós e tudo, e ele ainda luta usando uma espada, como não gostar dele? Após o encontro eles continuam pela catedral até achar os monstros que sequestraram a princesa, o derrotam e a resgatam, devolvendo-a para o reino, e então Marle volta a existir, isso é só o começo da aventura, depois disso, você viaja até o futuro, pré-história, a era do gelo e até o fim do tempo, que serve de um Hub World, onde você pode aprender magias, escutar dicas para onde e ir, e até, acabar com o jogo... isso mesmo, tem um portal nesse mundo onde você simplesmente ir para o boss final, claro que se você não estiver jogando o New Game + será quase impossível você vence-lo, mas ele está la.



Um paradigma quebrado nesse jogo, é que você não tem que buscar as pedras elementais não sei do que, não tem um padrão para você prosseguir, você nunca sabe onde vai parar ou que rumo a história seguira, uma coisa que faz isso ser mais especial é o quão longo ele é, após fazer 100% do jogo e conseguir o melhor final, eu só demorei 24 horas, menos da metade de um RPG normal, por isso cada momento importante na história é importante e memorável, o tribunal, a batalha contra Magus, Lavos aterrizando na terra, a montanha do Guru da vida colapsando no mar, Frog conseguindo a Masamune e quebrando uma rocha ao meio, e tantos outros, em nenhum momento a história se perde fazendo tarefas sem importância ou com sub-histórias não importantes, ela está sempre progredindo, agora, na minha opinião, um dos pontos mais fortes da história, são as side-quests no final do jogo, após um certo acontecimento, você fica livre para ir onde quiser, usando a nuvem voadora... quero dizer o Delorean... quero dizer a Epoch, a nave que viaja no tempo, nessas side quests, cada personagem é explorado e desenvolvido, você interage com o mundo e as pessoas, suas ações realmente impactam as coisas ao seu redor, por exemplo, no ano 600 A.D., você tem a opção de dar uma carne para uma dona de casa, ou vende-la, se você dar a carne, ela diz que ira ensinar caridade para os filhos dela, já no ano 1000 A.D., no mesmo lugar, existe o prefeito da cidade, ele é uma pessoa mesquinha e gananciosa e odiado por todos, mas se você deu o pedaço de carne para a mãe, ele será uma pessoa bondosa e caridosa, que até ira te ajudar em uma side-quest, momentos assim existem em todo lugar pelo jogo, é uma das coisas que fazem ele ser especial, a maioria desses momentos são opcionais também, então é algo  que faz eles se tornarem melhor ainda, já que não foi o jogo que te obrigou a fazer esses eventos e sim você quis mudar o futuro.


Agora, falaremos sobre os personagens, cada personagem de Chrono Trigger é único e agradável, todos eles tem personalidades que são fáceis de gostar, algo que não se pode dizer de muitos RPGs, onde sempre tem um ou outro irritante; todos eles também são bem desenvolvidos, menos Crono, que é um Link da vida, um protagonista silencioso que deveria representar o jogador, mas até ele tem momentos de personalidade, como a pose de vitória dele; todos eles tem momentos por todo o jogo para acentua-los, para contar mais de sua história, e para eles evoluírem; como eu já tinha dito, os personagens são feitos pelo Akira Toriyama, graças a isso, todos eles tem designs interessantes, mesmo que todos lembrem algo vindo de Dragon Ball, e todos são muito bem animados para expressar suas características, como Marle pulando de alegria após uma luta ou Lucca mexendo nos óculos, mesmo em 16-bits cada animação é bem feita e transmite a personalidade dos personagens perfeitamente, algo que se aplica também as lutas, cada golpe da uma satisfação de usar, de tão legais que eles são, como o Spincut e o Luminaire do Crono, ou o Frog Squash do Frog, e mais ainda as Double e triple Techs, que tem algumas animações impressionantes, principalmente levando em conta as limitações do Super Nintendo; graças a tudo isso, e aos eventos no jogo, todos os personagens são marcantes e difíceis de esquecer, não ha como esquecer o Frog cortando aquela rocha ao meio, ou as fofuras da Marle, ou o jeito engraçado da Ayla de falar.



Outra coisa sobre eles que difere de muitos RPGs, é que todos são quase igualmente uteis em combate, aqui não existe aquele Bard ou Thief que é meio inútil, todos tem habilidades equilibradas e uteis, tanto para suporte quanto para ataque, o que faz todos serem uteis e bons, Marle por exemplo, ela tem vários poderes de cura e buffs, e seu ataque físico é baixo, mas mesmo assim, ela tem magias de ataque, e combos com outros personagens para ele não ser um peso morto quando não é necessário de uma cura ou haste, como eu tinha dito, todo personagem tem Doubles e Triples Techs, que ele misturam poderes com outros personagens, com exceção de Magus(porque ele é fodão demais para se misturar), todo os personagens combinam poderes com os outros, fazendo com que todas as combinações de personagens que você escolher também sejam boas, então se você gostar de certos personagens, não se preocupem, eles sempre serão bons juntos, e outra coisa, se você gostar de usar só um grupo de personagens, mas aquelas side quests do final do jogo pedem para usar algum que você não usa, não tem problema, mesmo não usando um personagem em combate, eles ainda recebem XP, então você não é forçado a usar todos, só não recebem Tech Points para liberar as Techs, mas também não podermos ter tudo na mão, mesmo assim, isto é algo bom porque te incentiva a usar mais personagens e tentar coisas novas.


O primeiro momento do jogo que me fez perceber o Chrono Trigger é, foi o julgamento de Crono, como eu disse no começo sobre a feira, você pode participar de vários minigames e interagir com vários personagens, acontece que, o jogo memoriza todas as suas ações na feira, quando você esbarra na Marle, se pega o pingente dela primeiro antes de falar com ela, se você não ajuda uma garotinha na feira, se você com um lanche no balcão da feira, se você espera a Marle escolher o sorvete dela e mais algumas coisas, dependendo das suas ações, você será considerado inocente ou não, isso não muda nada no jogo em si alem de umas cutscenes, mas ainda é incrível a atenção com cada detalhe no jogo, mas, isso também serve como um aviso, que terá outros momentos como esse pelo jogo, onde suas ações são importante e tem peso, um momento desse mais tarde no jogo (Spoilers Alert! Pule um paragrafo se não quiser spoilers) é com o Magus, após a queda da Zeal e a morte de Crono, você encontra Magus no topo de uma colina, se falar com ele, ele perguntara se quer lutar com ele, se responder não, então ele perguntara se você quer que ele se junte ao grupo, isso afeta varias coisas, se lutar com ele, o Frog se tornará humano no final do jogo, pois o feitiço dele foi quebrado, se ele se juntar a você ele participara de varias cutscenes, além de ser um ótimo membro da equipe. Mais uma coisa marcante no jogo foi o momento da morte do Crono, ele nunca diz uma palavra no jogo, mas ainda ele tem uma personalidade, algo realmente mostrado nessa parte, onde ele se sacrifica para salvar os seus  amigos do ataque do Lavos, em quase nenhum jogo o personagem morre assim, você sim pode revive-lo através de uma side quest depois, mas, não é algo que você é obrigado a fazer, você pode zerar o jogo sem o Crono, é mais um detalhe que você não esquece. Mas, nenhum jogo é perfeito, e esse com certeza não é, ha alguns problemas com ele, o principal seria com o boss final, Lavos, ele é uma ameaça pelo jogo todo, por todo o jogo você é lembrado que Lavos destruiu o mundo, que ele é essa criatura suprema, misteriosa vinda do espaço, no meio do jogo você luta de verdade com ele, e perde miseravelmente, e o Crono morre no processo, ai, no final do jogo, quando você está finalmente pronto para lutar com ele... ele não é tão ameaçador, primeiro você tem um tipo de um boss rush, onde ele impersonaliza vários boss que você venceu pelo jogo, o legal é que ele é uma copia deles, então as estratégias antigas ainda se aplicam, usando o que você aprendeu pela sua jornada, o problema é que eles tem o mesmo HP de quando você enfrentou eles... então, eu só fiquei usando Luminaire e Frog Squash por uns 10 minutos até acabar, e depois, você entra dentro da casca do Lavos para lutar com a versão alienígena dele, depois, essa versão também é destruída e você enfrenta, um pequeno Lavos, do tamanho de uma pessoa, que nem é tão difícil, chefes finais na maioria das vezes nem sempre são difíceis, mas pelo menos eles tem que ser imponentes, ter transformações para mais, não para menos, como o Kefka virando um ser celestial ou Ganondorf virando um porco com duas facas gigantes, eles são memoráveis por mais que não seja pela dificuldade, esse Lavos não é, outros problemas são mais absências de certas coisas da história, como uma explicação de onde Lavos vem, ou quem é a entidade, ou cade o pai do Crono, não são problemas de verdade, só que comparado com o resto do jogo esses detalhes fazem falta.



Outra coisa que não poderia deixar de mencionar são as musicas desse jogo, cada uma delas se encaixa com as suas situações perfeitamente, sempre melhorando a atmosfera do momento, seja a descontração da feira, a tristeza do futuro, o tema dos personagens usadas para dar esperança, todas sempre reforçam o que está acontecendo no jogo, e isso reforça a mensagem que o jogo passa, para sempre ter esperança, que tempos melhores viram, a minha favorita no entanto é a memories of crono, após "aquele evento", ela não é saudável para aqueles de coração fraco.


Confesso que eu não consigo de gostar de jogos populares assim, é um problema mental que tenho, mas, com Chrono Trigger foi diferente, desde o começo eu vi o quão bem feito, lapidado ele é, a atenção a cada detalhe do jogo, como ele realmente era divertido em comparação a outros RPGs da época, e como ele conserta tantos problemas com o gênero, elogiar e dizer o porque esse jogo é fantástico ja feito até demais, e eu admito que após ver varias outras analises dele, foram poucos os pontos originais que pude fazer, mas, ainda eu quis dar a minha opinião e analise dele, espero que tenham gostado da leitura, dessa pequena viagem de volta a época dourada dos RPGs, e até dos jogos em geral, enfim, eis o meu veredito final, Chrono Trigger não nenhuma uma unica coisa que o faz ser esse jogo fantástico, mas sim, ele ao todo, dos pequenos detalhes, as animações carismáticas, as musicas incríveis, aos eventos marcantes, até os múltiplos finais o faz ser o jogo que ele é, Chrono Trigger merece um 10/10; espero que todos tenham gostado, e como sempre pessoal, bom jogo a todos.
  

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